Não há ato criativo sem a imaginação. A rotina diária de imaginar livremente, sem qualquer censura, possibilita às pessoas desenvolverem todas as suas habilidades inovadoras. Desta forma, o exercício de geração de ideias possibilita cada vez mais associações, combinações e modificações, dando origem a maior fluxo e flexibilidade de novas ideias.

Por sua vez, o aumento de possibilidades estimula a curiosidade e a observação que, juntas, caminham para a quebra de modelos já existentes, convergindo para a possibilidade de fazer diferente, ousar, ser único. O primeiro passo para ser original está diretamente ligado à capacidade de imaginação, que nos possibilita: estabelecer nossas metas pessoais, pensar em soluções viáveis para os desafios, considerar alternativas possíveis, e analisar as dificuldades e facilidades para obtenção de êxito.

É por meio da imaginação que podemos avaliar nossas chances reais de sermos capazes de atingir o que almejamos, considerando-nos vitoriosos ou não diante dos desafios e oportunidades que se apresentam. Neste momento definimos nossa vontade de buscar, de fato, as alternativas de solução para os desafios do dia a dia. Se não formos capazes de avaliar o quanto podemos utilizar nossa habilidade imaginativa, corremos o risco de subestimá-la ou superestimá-la, conforme aquilo que pensamos de nós mesmos.

Faz parte do comportamento humano a capacidade de sonhar e, assim, desde muito pequenas as pessoas se imaginam vivendo em determinados lugares, conquistando bens materiais, atuando em certas profissões, ocupando esse ou aquele cargo, em especial naquelas áreas que teriam prazer em trabalhar. Esse pensamento positivo é um estímulo que propicia, de forma natural, a definição de foco e direcionamento para nossos desejos pessoais.

Quanto maior a imaginação, mais potencializado será nosso estímulo e, consequente, maiores são as chances de obtenção de resultados positivos. Desta forma, o desenvolvimento do comportamento criativo leva a uma abertura a novas experiências, o que se dá por meio da transformação do campo das ideias para a ação propriamente dita, utilizando da mudança como um grande espaço para as possibilidades.

O autoconhecimento e o autodesenvolvimento levam a uma expansão da nossa personalidade, da nossa resiliência e da nossa coragem para sermos protagonistas de nossas próprias ideias e atitudes. Disso tudo emerge o ato criativo. Ideias geram novas ideias. Todas as coisas nascem da expansão ou junção de outras ideias. E assim também é o ciclo da vida, que como todo e qualquer processo criativo pressupõe substituições e mudanças constantes.

Por meio de experiências e com o uso das habilidades pessoais, que passam a ser incorporadas ao estilo de cada pessoa, respeitando suas peculiaridades, se dá a possibilidade de ampliação da capacidade de imaginação. Cada processo, indiscutivelmente, é único. Por esse motivo, não podemos estabelecer limites sob o risco de impedir que as pessoas possam, de fato, usar a imaginação como fonte inspiradora das mudanças significativas em suas vidas.

Qualquer um de nós, que se mostra disposto a não se deixar ser cerceado na sua capacidade imaginativa, sendo capaz de reconhecer e assumir tanto as habilidades como as dificuldades pessoais, deve tomar as rédeas daquilo que almeja para sua vida, definir onde almeja chegar, traçar suas metas de forma objetiva, avaliar as possibilidades, encher-se de coragem e se lançar sem medo na busca da materialização de seus desejos.  Dessa forma, o fracasso não terá vez. Só haverá espaço para o sucesso e a realização pessoal.

Você tem conseguido usar sua capacidade imaginativa a seu favor? Pense nisso…

Sandra Faria

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