AMAR O QUE FAZ X FAZER O QUE AMA

“Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.”

FOTO MATERIA BLOG 2Quando elaborou esse pensamento, na China, há mais de 500 anos antes de Cristo, provavelmente Confúcio não imaginou as várias interpretações que a fértil mente humana lhe atribuiria. Em tempos de redes sociais, então, onde prolifera o amargo sentimento de que todos têm uma vida divertida, um trabalho maravilhoso e uma família perfeita – somos todos presas fáceis para acreditar que não somos “tão felizes como nossos amigos do Face”, porque, muitas vezes, não fazemos o que gostamos e não trabalhamos no que nos dá prazer. É certo que todos nós, pelo menos uma vez na vida, já nos fizemos esses questionamentos: Será que sou feliz no que eu faço? O quê eu realmente gostaria de fazer na vida se pudesse escolher agora? Meu trabalho é algo que eu amo?

As respostas para essas questões estão no íntimo de cada um…
Diante dessas constantes inquietações que povoam as mentes das pessoas e podem provocar depressão, insatisfação, revolta e – porque não?! – queda significativa da produtividade e na qualidade das entregas dos colaboradores, como as empresas devem se posicionar? 

FOTO MATERIA BLOG 4De que forma podem atuar para auxiliá-los no caminho do autoconhecimento, que os ajudará a não caírem nas armadilhas de pensamentos, como esse de Confúcio, muitas vezes descontextualizados? Como parte absolutamente interessada em possuir uma equipe de colaboradores satisfeita, motivada, engajada e consciente do que se pode (e deve!) esperar da relação trabalho-felicidade, cabe às organizações eximirem-se da responsabilidade pela total felicidade e realização de sua equipe. Porém, isso não as proíbe de, numa postura proativa, promoverem um ambiente que estimule essa autorrealização. Como já dizia outro oriental, Dalai Lama, “Nada é absoluto, tudo é relativo” e, nos amparando nessa afirmativa, a decisão entre “amar o que faz” ou “fazer o que ama” sempre será individual, entretanto, se empresa quiser e puder contribuir, o ganho será para todos.

Sua empresa já pensou nisso?

Carla Limongi

Sandra Faria

 

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