12
jan

INEVITAVELMENTE COMETEMOS ERROS…AFINAL, SOMOS HUMANOS!

CEREBRO 3 A principal razão das decisões ruins dos gestores é a facilidade com que o cérebro humano se confunde e interpreta mal um cenário.

     Diante disso, o que fazer?

Sabemos que o lado esquerdo do cérebro é o engenheiro que mora dentro de cada um de nós. O direito é o nosso poeta interior. Mas, pesquisas recentes mostram que eles gostam mesmo é de trabalhar juntos: os melhores matemáticos são aqueles que sabem ouvir o hemisfério da emoção. E, os artistas mais criativos, são justamente os que usam melhor o hemisfério da razão. Nas nossas empresas, diariamente, os gestores tomam decisões. Pela própria condição humana, inevitavelmente essas decisões podem resultar em acertos e erros, o que, por sua vez, impacta diretamente no resultado do seu negócio. Percebe-se que o grande desafio, então, é saber fazer um uso integrado dos dois hemisférios cerebrais, utilizando razão e emoção de maneira sistêmica, na medida certa, para que os erros sejam menores, nas tomadas de decisão. Em um contexto empresarial podemos nos perguntar: em que condições um erro é cometido? Para que haja uma má decisão, dois fatores são preponderantes: alguém que cometeu um equívoco e um processo de decisão que não consegue corrigir o erro. Segundo Sydney Finkelstein, existem algumas condições que nos levam a produção de pensamentos defei...

3
jan

SANTO REMÉDIO… ALÍVIO PARA NOSSOS MALES!

ansiedade

Nos últimos dias temos nos deparado com vários depoimentos de famosos, dizendo que estão vivendo à base de antidepressivos e outros remédios mais, remédios esses que viraram verdadeiras muletas psicológicas para quase todos os nossos males.  Estatísticas atuais apresentadas pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas (Cebrid)  mostram que:

12% dos brasileiros sofrem com transtornos de ansiedade

5 milhões de brasileiros tem transtornos mentais entre moderados e leves

120 milhões de pessoas estão deprimidas no mundo

3,5 t do antidepressivo fluoxetina são consumidos por ano no Brasil

Muito bem,  você deve estar se perguntando: O que isso tem a ver com nossas empresas?

Simples: Provavelmente, grande parte dessas pessoas está inserida no mercado de trabalho e elas estão mais próximas de nós, nas nossas empresas, do que imaginamos...

Podemos perceber que sofrimento psicológico não escolhe classe social, o que você faz e  nem quanto dinheiro você tem. O que normalmente determina seu surgimento é a forma como as pessoas têm vivido suas vidas.  Mundo conectado, empresas pressionadas por resultado e tendo que se adequarem a  tecnologia de última geraçã...

28
dez

SOU UM NOMOFÓBICO? NO QUE ISSO ME AFETA?

list_640pxEm uma sociedade onde o uso de celulares é cada vez maior e o acesso à internet se tornou uma realidade inquestionável,  as empresas se vêm às voltas com um grande dilema:

Como fazer com que seus colaboradores usem de forma racional e seguro essa tecnologia, indispensável para o dia a dia desses profissionais?

O fato é que, diante de tanto estímulo e de tamanha facilidade de acesso, o que se percebe é o usuário se sentindo “tentado” a todo o momento a navegar pela web, visitando sites e redes sociais, impulsionado por um desejo irresistível de “checar” a informação.

Em recente pesquisa realizada pelo CPDEC, 62% dos 800 profissionais entrevistados, afirmaram já ter presenciado situações de pessoas fazendo uso inadequado de recursos e materiais da empresa, para fins pessoais, o que, por certo, inclui os acessos à internet.

A maioria de nossas empresas tem estabelecido um código de conduta, especificando direitos e deveres dos colaboradores, delimitando as “regras” que deveriam normatizar esses comportamentos.

nomofobia-smartphoneNesse novo contexto, o que nos parece é que as regras estabelecidas, por si só, não conseguem mudar os hábitos de quem faz uso da web. A mudança de hábito deve passar, a priori, por uma conscientização sobre os pr...

15
dez

AMAR O QUE FAZ X FAZER O QUE AMA

"Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida."

FOTO MATERIA BLOG 2Quando elaborou esse pensamento, na China, há mais de 500 anos antes de Cristo, provavelmente Confúcio não imaginou as várias interpretações que a fértil mente humana lhe atribuiria. Em tempos de redes sociais, então, onde prolifera o amargo sentimento de que todos têm uma vida divertida, um trabalho maravilhoso e uma família perfeita - somos todos presas fáceis para acreditar que não somos "tão felizes como nossos amigos do Face", porque, muitas vezes, não fazemos o que gostamos e não trabalhamos no que nos dá prazer. É certo que todos nós, pelo menos uma vez na vida, já nos fizemos esses questionamentos: Será que sou feliz no que eu faço? O quê eu realmente gostaria de fazer na vida se pudesse escolher agora? Meu trabalho é algo que eu amo?

As respostas para essas questões estão no íntimo de cada um... Diante dessas constantes inquietações que povoam as mentes das pessoas e podem provocar depressão, insatisfação, revolta e - porque não?! - queda significativa da produtividade e na qualidade das entregas dos colaboradores, como as empresas devem se posicionar?