equipeMomentos de turbulência, como esse que estamos atravessando em nosso país, representam um mega desafio para quem ocupa posição de gestão, nas nossas empresas. O fato atrai nossa atenção porque vem acompanhado de forças de transformação de todos os tipos, que agitam as águas do mercado. De uma vez só crise política e crise econômica aceleram o ritmo das mudanças.

Neste novo contexto, como deverão se comportar os gestores, para que consigam manter suas equipes preparadas para entregarem seus melhores resultados?

Uma coisa é certa, seja qual for a estratégia adotada, fracassarão aqueles que não compreenderem a importância das pessoas, dentro de seus times.

De outra maneira podemos dizer que, para atingir seus objetivos, nessa economia impulsionada pela incerteza, terão de se concentrar nas pessoas. Os gestores com os melhores resultados serão aqueles que estiverem próximos de seus colaboradores, de maneira estratégica e inovadora. Apoiar os colaboradores e motivá-los a superar seus limites, será o desafio central dos meses que virão pela frente.

Trata-se realmente de um desafio.

Os gestores, atualmente, estão gerenciando forças de trabalho em processo de mudança e criando ambientes de trabalho que harmonizem a lucratividade com as demandas de uma nova geração de profissionais, que têm a cabeça mais aberta.

As empresas  não podem mais se limitar a saber contratar, manter e desenvolver seus colaboradores, mas devem conseguir estimular seu potencial criativo. Essas empresas deverão garantir a qualidade por meio da atuação de gestores  que sejam capazes de, além de chegar aos resultados, gerar compromisso nas pessoas. Para isso, será preciso definir objetivos e prazos concretos, estabelecer especificações claras de desempenho, praticar o feedback rápido e também recuar – resistindo à tentação de controlar os mínimos detalhes – para incentivar a autonomia. EU FAÇO ACONTECER

Quando os gestores conseguem atuar de maneira ousada e flexível, o moral sobe, a rotatividade diminui e surge espaço para criatividade. O desempenho passa a ser valorizado em detrimento das horas de trabalho gastas.

Nos tempos atuais a velocidade e a eficiência contam muito.

Diante de tudo isso, resta aos nossos gestores apoiar seus colaboradores com energia e dar-lhes liberdade de trabalhar em equipe, sonhar e inventar. Essa pode ser a chave do sucesso!

Os gestores das empresas se sentem preparados para encarar este momento?

 

Carla Limongi

Sandra Faria

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