COMPETÊNCIA E DESEMPENHO: PILARES PARA O SUCESSO ORGANIZACIONAL!

Desde o início do milênio a sociedade vem sendo marcada por mudanças constantes, avanços tecnológicos, da ciência e dos meios de comunicação de massa, o que possibilitou o surgimento de novos valores, hábitos e posturas profissionais, decisivos na formação do homem e de sua atuação profissional.

As organizações, reflexo dessa nova ordem, adquirem a cada dia maior importância. O homem dela necessita para concretizar seus objetivos, seus anseios e necessidades. Não é diferente para as organizações que do homem necessitam, também, para alcançar seus objetivos. Num mundo cada vez mais competitivo sabe-se que o grande diferencial das organizações está em seu potencial humano.

Diante desse cenário, o mundo organizacional passa a exigir profissionais com capacidade para conviver, no ambiente organizacional, com competência e criatividade. Mas o que se entende por competência profissional? É a capacidade de mobilizar conhecimentos, habilidades e atitudes necessários ao desempenho de atividades ou funções típicas, segundo padrões de qualidade e produtividade requeridos pela natureza do trabalho.

Desses profissionais passa-se a exigir: capacidade de autogerenciamento, autoconfiança, assimilação de novas informações, flexibilidade intelectual, comportamento autônomo, respostas rápidas na análise e soluções de problemas, iniciativa, versatilidade, ser dinâmico e participativo, discreto, possuir cultura ampla, ter sólida formação humanística, visão global que o habilite a compreender o meio organizacional, social, político e econômico, capacidade de negociar e tomar decisões e, finalmente, estar constantemente preparado para atuar na organização, antecipando e promovendo suas transformações.

Essas são algumas das competências necessárias para o exercício das atividades nas organizações. Sabedora que, numa época em que o crescimento e a realização dos objetivos das empresas dependem cada vez mais das competências, motivações, iniciativas, valores e interesses das pessoas que nelas trabalham, as organizações começam a se despertar para adotarem mecanismos que evidenciem as competências humanas e, em virtude disso, recompensá-las.

Mas por que muitas dessas iniciativas conhecidas, há pelo menos uma década, ainda não são praticadas pela maioria das empresas? Um dos motivos é porque essas ações não pertencem à sua estratégia. É preciso que as organizações criem condições para utilizarem de um sistema de captação eficaz, para melhorar a capacidade de trabalho de seus colaboradores, clarear e deixar transparente o que é valor para ela e por qual perfil de profissionais ela se interessa, destacando e promovendo as competências necessárias para o cumprimento de sua missão.

Numa organização “madura”, a competência profissional está diretamente relacionada com o desempenho do seu negócio e, por isso, deve ser definida em linha com os objetivos estratégicos da empresa. Só assim, será percebido como valor para as pessoas que nela atuam.

Os que optam por adotar sistemas de recompensa, por meio de métodos que avaliam a competência e desempenho dos profissionais, têm clareza e evidências concretas, de resultados eficazes nesta ação. Com base nestes fatores, passam a estabelecer sistemas de crescimento, promoções, aumento salarial ou plano de carreira.

Independente dos métodos e critérios de avaliação por competência e desempenho que as empresas venham a utilizar, seja métodos das escalas gráficas, avaliação 360 graus, entre outros, é necessário, antes de tudo, credibilizá-los e, para que isso aconteça, é fundamental o envolvimento de todos os colaboradores, fazendo com que eles possam conhecer, precisamente, os fatores a serem avaliados, sua aplicabilidade aos vários níveis hierárquicos e funcionais.

Para as empresas que utilizam desses sistemas para o processo de crescimento profissional, esses instrumentos têm sido de grande valia à manutenção do crédito dos profissionais para com as empresas, para garantia de resultados e crescimento dos negócios, pois, assim, os colaboradores sabem que podem investir em si mesmos, que a recompensa virá, não pelo favoritismo, mas por competência e desempenho do seu trabalho.

E na sua empresa como é?  Quer compartilhar sua experiência com a gente?

 

Sandra Faria

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