INEVITAVELMENTE COMETEMOS ERROS…AFINAL, SOMOS HUMANOS!

CEREBRO 3 A principal razão das decisões ruins dos gestores é a facilidade com que o cérebro humano se confunde e interpreta mal um cenário.

     Diante disso, o que fazer?

Sabemos que o lado esquerdo do cérebro é o engenheiro que mora dentro de cada um de nós. O direito é o nosso poeta interior. Mas, pesquisas recentes mostram que eles gostam mesmo é de trabalhar juntos: os melhores matemáticos são aqueles que sabem ouvir o hemisfério da emoção. E, os artistas mais criativos, são justamente os que usam melhor o hemisfério da razão.

Nas nossas empresas, diariamente, os gestores tomam decisões. Pela própria condição humana, inevitavelmente essas decisões podem resultar em acertos e erros, o que, por sua vez, impacta diretamente no resultado do seu negócio.

Percebe-se que o grande desafio, então, é saber fazer um uso integrado dos dois hemisférios cerebrais, utilizando razão e emoção de maneira sistêmica, na medida certa, para que os erros sejam menores, nas tomadas de decisão.

Em um contexto empresarial podemos nos perguntar: em que condições um erro é cometido?

Para que haja uma má decisão, dois fatores são preponderantes: alguém que cometeu um equívoco e um processo de decisão que não consegue corrigir o erro.

Segundo Sydney Finkelstein, existem algumas condições que nos levam a produção de pensamentos defeituosos e que nos fazem interpretar mal uma situação: apegos inadequados, interesses pessoais, experiências enganosas e julgamentos errados.

Sendo assim, a melhor estratégia adotada pelos gestores, para minimizar esses riscos, é a prevenção. É importante criar condições que envolvam toda a equipe nas análises preliminares dos problemas, sempre que possível, acreditando que eles seguramente serão capazes de tomar boas decisões.

Para isso os gestores devem estimulá-los a ampliarem a percepção diante de situações desafiadoras. Buscar soluções pouco convencionais é uma forma de utilizar o cérebro de maneira mais completa, exercitando os dois hemisférios, valorizando razão e emoção na medida certa.

Uma simples conversa com outras pessoas, que nãDECISAO 1o façam parte da empresa, pode ser uma forma de desafiar os modelos atuais nas tomadas de decisão.

Se os colaboradores de sua empresa não são instigados a pensarem assim, correm o risco de se enganarem desnecessariamente e errarem mais do que o necessário.

                                          

Você está preparado para atuar nesse modelo de gestão?

 

Carla Limongi

Sandra Faria

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